Puterrier demands action for indigenous peoples

    by marissa Rio: Luiz Inácio Lula da Silva

    It is impossible not to care at all. Indigenous peoples in Mato Grosso do Sul are being killed, with multiple poisoning cases reported among the Kaiowá tribe. They have historically been persecuted and assassinated by racist individuals aiming to usurp land for illegal gold mining, resource theft, slash-and-burn agriculture, and animal slaughter, all driven by financial gain. These communities fight to protect 82% of our biodiversity, and all lives deserve concern. We need to mobilize just like we did to elect Lula. Lula needs to take action on this crisis. The page Exército do Povo Indígena should be followed. Youth and vitality must be used to fight for indigenous peoples so they are no longer erased or discarded.

    Transcript (pt)

    Estão matando os povos indígenas. Várias denúncias de envelenamento lá no Mato Grosso do Sul, na tribo de Kaiowá. E é impossível você não dar a mínima. Porque além dos indígenas sempre lutarem para proteger 82% da nossa biodiversidade, todas as vidas importam e merecem preocupação. Historicamente, merecem e vão ter a nossa solidariedade e ajuda. Não vão ser mais apagados nem descartados. Desde o resultado das eleições, tropa. Na verdade, desde sempre, os indígenas são perseguidos, assassinados por pessoas ruins, racistas e desumanas. Eles querem usurpar, ocupar as terras para poder fazerem garimpo ilegal, roubar riquezas, minérios, queimadas, matar os animais. Tudo isso por dinheiro, dinheiro e mais dinheiro, filho. Então, tropa, precisamos não mobilizar, igual fizemos para eleger o Lula e impedir o avanço do fascismo. Inclusive, Lula, cadê? Bora fazer alguma coisa, filho, vambora. Falem sobre o que está acontecendo com os indígenas. Postem, compartilhem. E sigam a página Exército do Povo Indígena. Então, rapaziada, vamos usar da nossa juventude, da nossa vitalidade, da nossa voz, entendeu? Para lutar com os povos indígenas, fazer nosso exército, entendeu? E mudar essa porra toda. Vamos embora, caralho.